Crise 1383-1385 Guarda


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Descrição

A Crise de 1383–1385 foi um período de guerra civil e anarquia da História de Portugal, também conhecido como Interregno, uma vez que não existia rei no poder. A crise começou com a morte do rei Fernando de Portugal sem herdeiros masculinos. Apesar de as Cortes de Coimbra terem escolhido um novo rei, João I de Portugal, o rei João I de Castela, casado com a Infanta D. Beatriz de Portugal, não desistiu de tentar conquistar um novo reino para si e invadiu Portugal. Nesta época conturbada, o Alcaide-Mor do Castelo da Guarda e trisavô de Pedro Álvares Cabral, Álvaro Gil Cabral recusou entregar as chaves da cidade a D. João I de Castela.

No final da Primavera de 1385, ao mesmo tempo em que D. João I de Castela invadia o país a Sul pela fronteira de Elvas, forças Castelhanas invadiam a Beira Interior por Almeida, passavam por Trancoso, cujos arrabaldes saquearam, até atingir Viseu, também na ocasião saqueada e incendiada.

Ao retornarem da incursão com o saque, saiu-lhes ao seu encontro o Alcaide do Castelo de Trancoso, Gonçalo Vasques Coutinho, com as forças do Alcaide do Castelo de Linhares, Martim Vasques da Cunha e as do Alcaide do Castelo de Celorico, João Fernandes Pacheco. Estando os dois primeiros fidalgos desavindos à época, o terceiro promoveu a reconciliação de ambos, e assim concertados, com os respectivos homens de armas e as forças que conseguiram incorporar, fizeram os arranjos para o combate.

Em 29 de maio de 1385 confrontaram-se as forças de Castela e as de Portugal, no alto da Capela de São Marcos, em Trancoso. A sorte das armas sorriu aos portugueses, que, desse modo, recuperaramos bens saqueados e alcançaram a liberdade dos cativos. Esta batalha revelou-se um sério aviso a D. João I de Castela, pretendente ao trono de Portugal.

No mês seguinte, uma nova invasão de tropas Castelhanas, sob o comando de D. João I de Castela em pessoa, voltou a cruzar a fronteira por Almeida e, de passagem pelo alto de São Marcos, Trancoso, incendiaram a Capela como represália. Passando por Celorico a caminho de Lisboa, essas tropas foram derrotadas na Batalha de Aljubarrota graças à tática inventada naquela altura à qual deram o nome de "tática do quadrado". Os exércitos portugueses foram comandados por Nuno Álvares Pereira, nomeado por João I de Portugal, Condestável do Reino.

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