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A zona da Serra da Estrela, apesar de não ter mar, possui uma história ímpar ligada à grande epopeia portuguesa dos descobrimentos que há 500 anos deu novos mundos ao mundo. É espantoso pensar como esta zona foi mãe de tantos navegadores, exploradores e cientistas que revolucionaram a história da humanidade.

A ligação da Beira Interior ao mar inicia-se com atribuição, pelo rei D. João I após a 1ª grande ação africana (tomada de Ceuta em 1415) do titulo de Senhor da Covilhã ao Infante D. Henrique, o maior responsável do avanço de Portugal para os mares e para o mundo, tornando-se figura incontornável dos descobrimentos e da história mundial.

A necessidade de atingir a Índia por mar, levou D. João II a conceber uma política de avanços sucessivos no mar. Na parte ocidental de África, o rei lançou Bartolomeu Dias que viria a dobrar o Cabo da Boa Esperança. No Índico, na costa oriental de África e na parte ocidental da Índia, foi Pêro da Covilhã o explorador. A ele se devem as informações que permitiram a consequente viagem de Vasco da Gama e a descoberta do caminho marítimo para a Índia que transformou a história.

O famoso Mestre José, que Cristóvão Colombo refere que muito aprendeu com seus conhecimentos astrológicos, era cosmógrafo e médico de D. João II. A grande invenção do séc. XV foi a descoberta da navegação astronómica com a consequente introdução de escalas de latitudes nas cartas de marear. A sistematização do método revelou como artífice do processo este grande judeu da Covilhã. Estes estudos passaram a significar a liderança da técnica portuguesa do mar.

Rui Faleiro, cosmógrafo da Covilhã, nascido em finais do séc. XV, foi o principal organizador científico da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães em Sevilha. O conhecimento da longitude no mar era fundamental pois completava os métodos já conhecidos para determinar a latitude e permitir a localização das naus na superfície dos mares. Este cientista foi o grande artífice da avaliação da longitude a partir do lugar de observador.

Francisco Faleiro, irmão de Rui, cosmógrafo, foi o autor da primeira exposição que inferia a declinação magnética do ângulo de duas sombras lançadas em vertical sobre o plano de horizonte, quando o sol atingisse alturas iguais antes e depois do meio-dia. Elaborou em Sevilha, 1535, o Tratado del Mundo y del Arte del Marear, cronologicamente a segunda obra do séc. XVI que desenvolve o estudo dos fenómenos do magnetismo terrestre.

A personagem com maior relevo nos descobrimentos portugueses é sem duvida o grande navegador Pedro Alvares Cabral nascido no ano de 1467 ou 1468 em Belmonte, filho do alcaide-mor, que residiu na corte portuguesa após os 10 anos de idade. No ano de 1500, dirigiu uma frota de 13 navios naquela que deveria ser a segunda viagem à Índia. Antes porém, acabou por arribar à costa da Baía, no Brasil. A ele se deve, em primeira instância, o facto de o português ser hoje uma das línguas mais faladas no mundo.

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