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Descrição

Após o período romano seguiram-se períodos de ocupação por parte dos visigodos, derivando o nome de Guarda do termo visigótico Ward, mais tarde pelo reino das Astúrias e também pela civilização islâmica. Só após o processo da Reconquista Cristã é atribuído o foral, reconfirmando definitivamente a importância da cidade e da região na defesa da nacionalidade.

A Guarda, antes de receber foral não passava de uma comunidade de pequena dimensão, dinamizada por colonos locais guardada por uma qualquer atalaia ou torre - uma aguarda - que vigiava a circulação de gentes e bens que percorriam a vias Colimbriana e Dalmatia, os principais eixos de penetração no planalto beirão.

Em 1199, D. Sancho I lavra o Foral da Guarda, que segue o modelo do foral de Salamanca, marcando a centralidade da linha de fronteira neste vasto espaço da Beira Interior. A partir deste momento a Guarda arrancará para a sua caracterização como centro urbano e sede episcopal, pólo enquadrador e dinamizador da área fronteiriça da margem ocidental do Côa, que, sob a tutela do reino português, enfrentava os termos do domínio do reino leonês do outro lado do rio e balizava as incursões muçulmanas.

Este projeto começa a ser delineado por Afonso Henriques que preparara esta barreira fronteiriça com a concessão de forais a Trancoso, Linhares, Moreira, Celorico e Folgosinho. D. Sancho I deuçhe continuidade através da criação dos concelhos de Covilhã, Valhelhas e Belmonte.

A Guarda, resguardada pelos concelhos avançados, desenvolveu a sua vocação urbana e mercantil, aproveitando a posição estratégica no complexo viário.
Com um poder político local, próprio, independente e de vasto alcance jurisdicional e com um poder religioso igualmente abrangente, dominado pela sede de um bispado e com a transferência da diocese egitaniense para o centro urbano, as actividades económicas cresceram: da agro-pecuária ao artesanato, da produção à comercialização e ao abastecimento do centro urbano em crescimento demográfico.

Nas décadas de 20 e 30 do século XIII ergue-se o castelo da Guarda e constrói-se a muralha, marcos e símbolos de um poder militar urbano. Para a chefia militar indigita o monarca um alcaide.

A 25 de Março de 1255, D.Afonso III, reconhecendo à cidade capacidade de atracção de comerciantes e pólo regional de dinamização do movimento de trocas, concede-lhe carta de feira. Esta estipulava que a feira começava oito dias antes do S. João e durava quinze dias, estando os seus mercadores protegidos, com a isenção de penhoras, durante trinta dias.

Em menos de 100 anos, criou-se uma sociedade enraizada na fronteira, hierarquizada, organizada e controlada pelas forças políticas tendo o Côa como divisória: de um lado o reino de Castela-Leão e de outro o reino de Portugal. A passagem do Côa ao Águeda como linha de água fronteiriça ocorrerá bem mais tarde, fruto das vicissitudes políticas peninsulares, com a assinatura do Tratado de Alcanizes, em 1297, entre Fernando IV e D. Dinis.

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